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Arte Breve histórico Referência
bibliográfica
Site como
referência
Vídeo para se sentir o clima bucólico de Paraty.
Video to feel the bucolic atmosphere of Paraty in Rio de Janeiro, Brazil!
Видео, чтобы ощутить буколическую атмосферу Парати в Рио-де-Жанейро, Бразилия!
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Cultura caiçara - você que gosta das músicas do grupo Charlie Brown Jr, deve ter ouvido saudoso Alexandre Magno Abrão (Chorão), vocalista da banda, falar sobre "cultura Caiçara", uma manifestação cultural de Paraty e também das regiões litorâneas de São Paulo; norte do Paraná e Sul do Rio de Janeiro. Foram povos (ainda existentes, mas em extinção) que se desenvolveu da mistura das tradições indígena; africana e portuguesa (é, Europa também). Adaptaram-se ao ambiente litorâne
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Paraty e sua importância para o ciclo do café no séc XIX.
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I hope this video brings to you an idea about bucolic atmosphere of charming Paraty; histpory and nature...

i will reedit in future to put more information. I will bring more information scattered throughout the site. Now i while have an general overview.
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Igreja Sta Rita de Cássia. A igreja anexo (pequenininha do lado dizem ter sido dos escravos), mas não foi. Ali ficam "gavetas" que guardam os restos mortais destes pardos que construíram a igreja.
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Dentro destas gavetas estão restos mortais dos pardos que construíram a igreja, uma homenagem.
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Mais um mito sobre a pequena igreja ao lado da igreja maior Santa Rita de Cássia. Geralmente a apresentam como a igreja ds escravos, mas nunca foi! A igreja ds escravos em Paraty é a igreja de Nsa Sra do Rosário em São Benedito. A igreja em anexo guarda essas gavetas com restos mortais (homenagem aos pardos que construíram a igreja).
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A lenda da noiva de Santa Rita em Paraty/RJ - Diz a lenda que uma moça (devota de Santa Rita) iria realizar seu sonho de se casar na igreja de sua amada santa. Sua família e a cidade se engajou nos preparativos para este grande dia para a moça, mas na véspera de seu casamento, não acordou pela manhã (estava morta! Paraty ficou extremamente comovida "pensava-se na injustiça divina" (como na história de Drácula em que principe Vlad se vê traído por Deus e termina relações com a
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A NOIVA DA IGREJA DE
SANTA RITA, Lendas
de Paraty.
Esta é a igreja de Nsa Sra do Rosário dos homens pretos e de São Benedito. A história não foi feita pra agradar ninguém (não achas estranho Paraty ter tantas igrejas católicas próximas um das outras?) Não se preocupe, não era só cor de pele, eram divisões por classe social também e até por sexo!
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Igreja de Nsa Sra do Rosário e São Benedito que no séc XVIII foi construída para os escravos.
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Igrena de Nsa Sra dos Remédios (mais conhecida como igreja matriz em Paraty) - Foi entregue em sete de setembro de 1873 chamada de Nsa Sra dos Remédios. Mas a construção iniciou por volta de 1787 (mas a obra era muito grande, custando muito caro), por falta de mais ajuda financeira a obra foi paralisada. Uma Sra, Dona Geralda Maria da Silva, administrou e custeou o fim das obras e isso foi tão relevante (o imperador era D. Pedro II e é interessante perceber que o imperador não esbanjav
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Igreja de Nsa Sra dos Remédios - Igreja Matriz de Paraty.
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Igreja Nsa Sra dos Remédios (igreja Matriz), internamente em dia de missa.
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Construída em 1800 por mulheres da aristocracia paratiense, é mais uma das relíquias da cidade. Intrigante falar das ARISTROCRACIAS, nesses "lugares santos", esta "aristocracia feminina" só permitia presença de mulheres! As aristocracias foram todas extintas em 1960. As literaturas falam sobre "CLASSES"!
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Muitos chamam de RUA DAS FLORES, mas na realidade é RUA DO FOGO! A origem do nome (reconhecida pelo padre José de Anchieta), é sobre uma lenda indígena. O BOI TATÁ! Era uma cobra que emitia uma forte luz azul e provocava incêndios, atacando tribos e dizimando índos. Dizem que essa cobra surgia/ morava nesta rua. C
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Logo na esquina, você vê essa loja de "produtos artesanais" (tem uns barquinhos dentro da garrafa interessantes). A RUA DO FOGO é muito procurada principalmente por casais para fotos por ser exageradamente florida. A paisagem fica mais valorizada (muito legal para as fotos) devido às construções centenárias da cidade em meio às flores. Mas, por que RUA DO FOGO? Os antigos dizem que morava aqui uma prostituta que "VIVIA DE FOGO"; alguns dizem que a rua PEGAVA FOGO constantemente!!! Mas, o
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Todas estas ruas do centro histórico (em pedras) são tombadas pelo patrimônio histórico, nenhum veiculo pode mais trafegar por aqui (somente carroças como no sec XVIII). Eis a entrada da rua das flores, à esquerda a lojinha comenada na foto anterior (o tempo em Paraty parece parar).
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Continuação - entrando na rua das flores.
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Continuação - pela rua das flores (do fogo), encontrarás pequenos bares que servem alimentos além de tradicional caipirinha.
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Continuação - ambiente bucólico / colonial, você retorna ao Séc. XVIII.
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Rua das flores, continuação...
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Continuação - chegando ao fim da Rua do fogo. Vale muito a pena a visita, este é um ambiente diferenciado / esquecido pelo tempo.
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Os 7 fortes que guardavam Paraty

Na era do OURO e ACÚCAR, serviram para guardar Paraty contra invasores corsários e piratas. Mostrarei o FORTE DEFENSOR PERPÉTUO, único que se matém de pé (inteiro), o restante osão vestígios ou não se pode mais entrar por terem se tornado residência.
Esses fortes foram desarmados em 1828 e 1831, acabaram abandonados... só o DEFENSOR PERPÉTUO é preservado. Eis os fortes onde mostrarei alguns: 1. Forte da Ilha da Bexiga; 2. Fort
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Esses canhões representam a parceria militar e comercial entre Portugal e Inglaterra, mas acima de tudo a subjugação da coroa portuguesa que se debandava, nessa época, para o Rio de Janeiro.
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https://cidadeilustr
e.blogspot.com/2014/
11/os-canhoes-da-cor
oa-inglesa-em-canane
ia.html
Se algum canhão tiver este brasão, é o dos reinos unidos de POrtugal; Brasil e Algarves.

POde ser visto no museu histórico nacional impresso nste canhão de bronze conforme foto.
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https://www.instagra
m.com/brasilis_regnu
m/p/DDpZ-GsxXwB/
Esse foi o fortim (forte militar) da Ilha da Bexiga. A estrutura na frente, é que esta ilha se tornou particular! É pertencente ao navegador Amyr Link. Existe até hoje, uma trilha em meio à vegetação que leva até o ponto mais alto desta ilha, onde se instalava o forte da Bexiga (um dos locais de vigilância e proteção à Baía de Paraty, hoje em ruínas). Era geralmente equipadas com canhões ingleses ou escoceses com alcance de 200m e balas de canhão que pesavam, em média, 6kg.
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Eis a Ilha da Ponta Grossa ou Tapera, onde encontra-se o fortim que lá no Séc XVI servia para proteger a Baia de Paraty contra invasões de piratas e corsários. Os fortes serviam para proteger as riquezas da cidade e as pessoas. O forte DEFENSOR PERPÉTUO é uma bela homenagem à D. Pedro I que se preocupou com o povoado também. Pela história de Paraty, percebe-se que sequestros para venda/escravidão poderiam acontecer em qualquer lugar! Hoje é ponto turísico e oferecem até casas para t
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Está vendo este canhão apontado? Este foi o forte Tapera ou Forte da Ponta Grossa lá do séc XVI (reformado em 1822), mas desativado por volta de 1825. Colocarei aqui, 3 fotos sobre este forte!
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Esta é a segunda foto (ainda é o forte Tapera ou Forte da Ponta Grossa. Curta a vista linda da Baia de Paraty). Lá mais a frente, aquela ilha "à sua direita / destacada no mar" é A ILHA DO MANTIMENTO (nome bem sugestivo), muitos navios não conseguiam atracar em Paraty, então ficavam por ali mesmo e trocavam mercadorias. Existe um forte por alí, certamente seria pra TROCAR FOGO junto ao FORTE PONTA GROSSA se algum navio inimigo aqui passasse (estratégia de defesa, o inimigo ficaria entre
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A estratégia portuguesa contra os piratas seria a mesma exibida em Piratas do Caribe, mas no caso de Paraty, ao nvés de navios seriam utilizadas as ilhas (trocando fogo uma com a outra) no contexto, as ilhas do MANTIMENTO e PONTA GROSSA. Dificilmente esta artilharia não teria sucesso.
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Esta muralha (que segue o canhão da foto anterior), "veja ao fundo outro canhão", nesta muralha ficavam enfileirados outros canhões. Este FORTE TAPERA ou FORTE DA PONTA GROSSA foi parte de uma estratégia para acertar o navo inimigo em 2 lados (trocando fogo com a ilha do mantimento).
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Este é o FORTE DA ILHA DO MANTIMENTO (veja na segunda foto do FORTE TAPERA OU FORTE DA PONTA GROSSA), a ilha que faz "fogo cruzado" com o forte da Ponta grossa. Olhando bem a foto, avistarás um castelo, é exatamente isso, um castelo (provavelmente do séc. XVI) beirando o mar entre as árvores da ilha. A fauna aqui é rica e o italiano "dono da ilha" tem contribuído bastante reformando este castelo. O forte da Ilha do mantimento foi um fortim para proteger a Baia de Paraty e completar toda u
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Outro ângulo da ilha do mantimento (hoje é uma propriedade particular), pertence à um italiano (dizem ser o presidente da Fiat), mas o importante é que ele faz melhorias além de reforma do castelo na ilha, trouxe um casal de MICO LEÃO DOURADO (espécie ameaçada de extinção). Hoje a população de micos desse tipo aqui, é grande.
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Eis uma 3ª foto da ilha do mantimento (vista aérea do forte da ilha do mantimento). O forte instalado nesta ilha na era colonial (séc XVIII), servia para CRUZAR FOGO com o FORTE DA PONTA GROSSA.
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Eis o forte DEFENSOR PERPÉTUO instituído por D. Pedro I em 1793 (quando houve o primeiro núcleo de povoamento aqui neste morro da Vila Velha cidade de Paraty hoje, mas que em 1793 era chamada Vila de São Roque). Houve declínio econômico em Paraty, deixando esse quartel em ruínas até que em 1822 foi reformado. Instituído para defender a Baía de Paraty contra invasões. Paraty era ponto estratégico para Portugal, pois o ouro chegava por aqui em embarcações seguindo pela estrada do our
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https://paraty.com.b
r/forte-defensor-per
petuo/
ht
tps://www.gov.br/mus
eus/pt-br/museus-ibr
am/museu-forte-defen
sor-perpetuo/assunto
s/noticias/esta-no-a
r-novo-documentario-
sobre-os-museus-de-p
araty
Veja nessa tomada aérea do centro histórico, na estrada de pedra (centro da foto), seguindo a frente, você vê Nas casas à direita os desenhos nas quinas. Essas casas antigas seguem um modelo (cores diferenciadas - antigamente era tudo azul turqueza). Mais à esquerda fica um morro, Alí esconde-se o que já foi um quartel instituído por D. Pedro I em 1822 para defender a Baía de Paraty e seu povoado. Naquele morro, morou o primeiro povoado da cidade de Paraty, mas por que no morro? Imagin
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Vista da cidade de Paraty, à partir do forte Defensor Perpétuo (MORRO DA VILA VELHA). À sua direita, a igreja Matriz de Paraty (Nsa Sra dos remédios). Este forte é mais uma das fortificações (áreas com canhões de gerra) que serviam para guardar a ilha contra as invasões piratas.
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https://paraty.com.b
r/forte-defensor-per
petuo/
A direita, vemos o alojamento dos soldados portugueses que faziam a sentinela da ilha a partir de 1793.
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Forte defensor perpétuo (alusão à D. Pedro I), área dos canhões voltados à Baia de Paraty. Esses canhões foram fabricados na Grã Bretanha e Escócia. Tinham alcance de aproximadamente 2000 metros, atirando uma bala de 6 Kg.
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https://museufortede
fensorperpetuo.acerv
os.museus.gov.br/ace
rvo-museologico/canh
ao-seculo-xviii-xix-
5/
Em diversos pontos do forte, existem canhões posicionados (todos apontados para a Baia).
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Em Paraty existia LEI, navios não podiam atracar próximo à terra firme, deveriam ficar longe os tripulantes desembarcarem em pequenos BOTES (à remo), cada bote com número de homens reduzido e distantes um do outro.
A natureza é bem evidente (muitas palmeiras imperiais) que escondem estes artefatos, hoje os canhões estão quase despercebidos, veja no canto esquerdo inferior um deles bem perto. Paraty precisava ser bem protegida (existiram outras áreas da ilha com outros fortes
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A frente dos canhões, é possível uma visão ampla da Baia de Paraty (antigo Vila de São Roque), o que o forte precisava defender e estava equipada por canhões com alcance de 200m para bolas de canhão de 6kg.
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Eis o caminho do ouro, foi a primeira via aberta oficialmente pela coroa portuguesa para ligar o litoral fluminense à região produtora de ouro no interior de Minas Gerais. Na época, séc. XVII, o percurso levava 60 dias para ser feito pelos tropeiros à cavalo.
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https://paratybookin
g.com.br/atividade/t
rilha-caminho-do-our
o-em-paraty-rj/
Pode sentir o que era atravessar esta estrada nos séculos XVIII e XIX? É possível retornar ao tempo em que os tropeiros subiam e desciam a serra levando nos lombos de burros, as riquezas do Brasil.
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É possível reviver essa época. São 3,6 km (caminhada de nível médio). Pelo caminho, encontrarás as mais belas áreas do parque nacional da serra da bocaina. É possível desfrutar de várias paisagens e espécies da fauna e flora características da Mata Atlântica. Leve uma bolsa plástica para colocar seu lixo; não alimente animais; leve repelente; protetor solar...
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Esta área restaurada / preservada está próximo à estrada Paraty-Cunha, na comunidade da Vila do Penha (próximo à cachoeira do Tobogã e Alambique Engenho D’Ouro). >
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Caminhe; tire fotos de lembrança e curta a beleza exuberante durante esta caminhada pelo Parque Nacional da Serra da Bocaina.
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Caminhe; tire fotos de lembrança e curta a beleza exuberante durante esta caminhada pelo Parque Nacional da Serra da Bocaina.
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Caminhe; tire fotos de lembrança e curta a beleza exuberante durante esta caminhada pelo Parque Nacional da Serra da Bocaina.
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Estrada real - era nome dado às principais estradas e caminhos existentes em Portugal continental e o Império português, em que a construção e manutenção pertenciam à coroa portuguesa, passou esta designação após independência do Brasil e formou-se um plano rodoviário, até que após implantação da república, os planos; projetos... foram mantidos, passando só o nome, ao invés ESTRADA REAL, passou a ser ESTRADA NACIONAL.
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https://institutoest
radareal.com.br/en/r
oteiros-planilhados/
caminho-dos-diamante
s/
Passeios de escuna - Existem diversas empresas que prestam este tipo de serviço. Na beira do cais de Paraty, você consegue negociar, mas o mais indicado é ir direto à loja da empresa (no centro histórico) há várias fácil encontrar (é bem mais seguro).
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